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Incontinência urinária pode ser tratada com fisioterapia

A incontinência urinária é um problema presente em mais de 10% das queixas nos ambulatórios de ginecologia. 30% a 60% das mulheres sofrem deste incômodo durante o período de climatério e menopausa. Mulheres no período reprodutivo também podem ser afetadas.

São diversos os fatores que podem causar a incontinência urinária, tais como problemas anatômicos, distúrbios neuropáticos, disfunções neuromusculares e distúrbios psicológicos. Gravidez, tipo de parto, stress, fumo e higiene também podem estar relacionados ao aparecimento deste problema.

Os tratamentos para conter a incontinência urinária podem seguir dois caminhos: o cirúrgico ou o chamado conservador, que utiliza medicamentos e a fisioterapia. O tratamento conservador, geralmente, é o mais utilizado, por ser menos invasivo e de baixo custo.

O tratamento com a fisioterapia neste caso tem como objetivo melhorar a força de contração das fibras musculares do períneo e do assoalho pélvico, além de reeducar a musculatura, coordenar a atividade abdominal e promover um rearranjo estático lombopélvico.

São utilizados exercícios específicos, com aparelhos de eletroestimulação e biofeedback e técnicas que promovem o fortalecimento dos músculos necessários para manter a continência urinária. A fisioterapia também pode e deve ser usada de forma preventiva, evitando disfunções neuromusculares. 

Neste tipo de tratamento, pacientes de qualquer idade podem aproveitá-lo. 85% dos casos de incontinência urinária tratados com fisioterapia apresentam resultados expressivos de melhora, promovendo qualidade de vida para inúmeras mulheres.

Fonte: Minha Vida - http://bit.ly/1UzUuze

Foto: Divulgação